domingo, 29 de novembro de 2009

Desenvolvimento de sistemas e websites

Se sua empresa de qualquer tamanho em Brasília, ou mesmo outras localidades do Brasil, precisa de um software específico, eu posso ajudá-lo.

Sou desenvolvedor a 16 anos sempre tendo trabalhado com softwares de gestão administrativa e comercial, além de outros tipos de sistemas e websites. Tenho ampla experiência com ambientes desktop, web e nuvem, sempre com integração a bancos de dados e interatividade.

Qualidade do serviço comprovada. Peça demonstração. Você não vai encontrar profissional de desenvolvimento de sistemas melhor, e eu posso provar isso.

Utilizo metodologia simplificada de pontos de função que possibilita pormenorizar o impacto necessário para o desenvolvimento de cada módulo e funcionalidade do sistema. O preço para desenvolvimento de cada elemento das funcionalidades é fixo, e o valor final é determinado a partir de um somatório simples, mantendo o cliente com plena ciência dos motivos do preço pedido para obter o produto, e evitando valores fora da realidade (= mais barato!).

Conforme as funcionalidades do sistema vão ficando prontas, elas já são imediatamente disponibilizadas. A flexibilidade na definição de prioridades em cada estágio da evolução do desenvolvimento do sistema permite ao cliente "fazer o preço" que melhor se enquadre no seu orçamento.

Telefone ou peça uma pré-proposta por e-mail. Basta enviar uma idéia geral do que deseja e eu retorno com uma estimativa do preço.

Emitimos nota fiscal.

mugnatto@gmail.com ou (61)9154-9785

Marco Mugnatto

sábado, 21 de novembro de 2009

Explicando o Chrome OS

Vejo muita gente dizendo que está decepcionada com o OS da Google. Eu não. É de fato muito simples, como a maioria das coisas que a Google lança. E o motivo é bem simples e não muito nobre: a Google não tem a mesma capacidade de uma Microsoft. É uma empresa que apesar da grana não tem uma base de conhecimento, não tem competencia suficiente para fazer algo grandioso. Eu diria que a Microsoft ainda é várias vezes "maior" que a Google. O que a Google quer com o Chrome OS é trazer à tona aquilo que essas outras empresas não tem interesse em fazer. Embora seja inevitável, a computação em nuvem só interessa atualmente à Google, dentre os "grandes players" do mercado. O pessoal do Firefox não tem capacidade estrutural para desenvolver outras aplicações além do browser, não desenvolve nem aplicações em nuvem. A Microsoft sempre lucrou com bloated software em pacote. A Apple quer vender hardwares pesados e caros, não os minimalistas que rodam tudo remotamente. O pessoal das outras distribuições Linux também estão mais ligados no mundo offline, para vender suporte ao usuário. E por aí vai. Claro que mais cedo ou mais tarde todas estas serão obrigadas a entrar na dança, mas a Google é realmente a única que tem a real "vontade" atualmente de promover a mudança que no fundo no fundo a maioria dos usuários quer. Então ela, mesmo sem muita competência e "bagagem" para tal, lança um sistema operacional, minimalista, que é muito mais um conceito a ser difundido do que "um produto de peso para imediatamente derrubar os concorrentes", já que ninguem mais está interessado em fazer isso.

O próprio browser Chrome também é uma atitude forçada para tentar evitar que o mundo das aplicações online seja dominado por componentes da Adobe ou Silverlight.

Claro que um dia a Google vai ter mais capacidade de crescer esses produtos e torná-los alternativas realmente viáveis frente aos concorrentes, mas acredito que se outras empresas de peso tivessem se interessado em serem as provedoras do "sistema operacional de Internet", a Google teria deixado acontecer, e teria se mantido na posição de se preocupar mais com o que roda dentro do browser apenas. Ninguém quis, tal como a IBM no passado desdenhou do PC pois estava mais interessada no mainframe. Então é o mercado que exigiu que uma Google aparecesse e lançasse, mesmo sem poder fazê-lo, um "Chrome OS".

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Mugnatasks Preview no ar!!!

Está inaugurada a primeira versão pública do meu software em nuvem para gerenciamento de projetos e tarefas, o Mugnatasks, ainda em versão "preview". Foram alguns meses trabalhando em horas vagas para conseguir uma interface AJAX diferenciada, com drag e drop, atualizações de tela ao vivo, adição de usuários por convite via e-mail, alteração de valores inline, enfim, modéstia a parte algo bem próximo de várias das aplicações da Google, só que, ao invés de ter uma baita equipe por trás, apenas "moi".

Muita coisa que ainda pretendo adicionar, mas esta primeira versão já está sendo extremamente útil para eu aprender as tecnologias AJAX mais recentes do ASP.NET e também como portfólio para exibir a possíveis clientes. A idéia veio do fato de que eu odeio metodologias burocráticas no papel para controle de projetos. Trabalhei anos atrás em uma empresa que desenvolveu seu próprio sisteminha para controle de tarefas dos funcionários, e achava bem mais útil que as tais metodologias. O conceito é muito simples. Você delega tarefas que podem circular por toda a empresa através do livre encaminhamento, maximizando o trabalho em equipe, e com controle do tempo despendido em cada tarefa por cada funcionário, gerando relatórios (ainda não inclusos na versão atual) que dão muito mais garantia de exatidão e oferecem muito menos atritos para visualizar de maneira global do que um controle burocrático feito em papéis "no fim do mês", como se alguém fosse realmente se dar ao trabalho de ficar anotando tudo com dados reais. O software faz isso automaticamente. Funciona principalmente pelo interesse do funcionário em contabilizar as horas no sistema, que pode inclusive ser utilizado como controle de ponto pela empresa.

Coloquei muitos tooltips na interface e acredito que, assim como a maioria dos softwares da Google, será possível aprender sozinho e intuitivamente a utilizar o Mugnatasks. De qualquer forma em breve vou fazer um screencast para ajudar. Mas o feedback é extremamente interessante pra mim e estou aberto a sugestões.

http://www.mugnatasks.com

terça-feira, 10 de novembro de 2009

As primeiras fotos que vi em um computador

Acredite. Antes de surgirem as placas VGA o PC era incapaz de exibir fotos na tela. Tudo era desenho, texto, ou no máximo uma digitalização grosseira cheia de padrões de pontos tentando imitar diferentes tonalidades.

As imagens abaixo estão em seu tamanho original e foram as primeiras fotos que vi em computadores. Embora sejam pequenas nos monitores atuais, na época só era possível vê-las em fullscreen, ocupando toda a tela, com a mesma baixa resolução.

Não sei exatamente a origem, mas acredito que sejam demonstrações que vinham junto com as primeiras placas VGA. O VGA era capaz de exibir 256 cores na resolução de 320x200 pontos, escolhendo as 256 cores em uma paleta de 262.144 cores. Ou seja, o número mínimo de cores necessário para se exibir uma foto sem apelar para padrões de texturas. Foi a partir destas fotos também que comecei a entender o que era o "anti-aliasing". Na época não entendíamos muito bem ainda porque uma foto nessa resolução, mas com um número de cores relativamente elevado, parecia "serrilhar" bem menos os contornos do que imagens em 640x480 mas com apenas 16 cores.

Por incrível que pareça essas eram as únicas fotos que eu vi em um PC durante um tempão. Ainda não existia Internet e nem câmera digital (com acesso pelas massas), e ficar contemplando os detalhes destas poucas fotos banais era tão divertido quanto jogar um game novo pela primeira vez hoje. São imagens que jamais se apagaram da minha memória.