Pesquisar este blog

sábado, 31 de dezembro de 2005

Momento MAIS do ANO

Acabei não registrando aqui algo sobre o concerto de "estréia do Laugi", que foi, enfim, pelo que se viu nos comentários de vários dos participantes do coro, muito importante para todos nós. Independente de os nossos próximos shows serem assim ou não, aquele concerto já fez com que um dia tenha existido um grupo unido de pessoas fazendo as coisas irem para frente sem intrigas e picuinhas. Pessoas que, como disse a Luisinha, se levantaram por vontade própria para ajudar a montar o palco sem aquela ser a "função" delas. Pessoas que "trabalharam" para fazer o melhor possível para a platéia. "Pela música" como costuma dizer o Paulão. Ganhando em troca uma satisfação pessoal sem egocentrismos. Ou pelo menos graus bastante elevados de tudo isso.

Eu ganhei a vitória de estar participando daquilo ali, com aquelas pessoas talentosas ao redor. Essa minha vontade, o gosto pela coisa, foi despertado pelo amor que eu tive por uma mulher do meio, o que me leva a crer na autenticidade da minha participação.

Eu tive a certeza da realização desse sonho quando subi no "grid" para ajudar a montar o cenário do palco, obviamente um lugar do teatro que inspira muita reflexão.

E de quebra ouvi muitos elogios dos colegas do coro. Tantos que ficou até meio difícil de acreditar heheh... mas já ouvi dizer que artista é assim mesmo, nunca está satisfeito com sua própria performance.

Enfim, algo que obviamente marcou e foi muito importante.

Outro "momento mais" do ano foi o meu emprego atual. Eu entrei como "temporário" para ficar exatos 3 meses, junto com mais uns 10 na mesma situação. O contrato foi se prorrogando, prorrogando, os demais colegas foram (infelizmente, pois eram bons amigos todos os dias) saindo, e eu, no fim das contas, fui o único que realmente ficou para uma contratação definitiva! Enfim, toda a minha birra com relação ao "reconhecimento" que se dá ao bom profissional no Brasil se mostrou não tão correta assim, embora ainda seja correta. Mas radicalizar nunca é bom, fica essa lição. As vezes a gente insiste tanto em acreditar no pior que não dá espaço para algo bom acontecer.

Recebi muitos elogios pelo meu trabalho, algo que antes considerava "impossível" no mundo do desenvolvimento de sistemas de computador. E me tornei o responsável por um sistema, algo que almejava a muito tempo.

Posso dizer que esse ano colhi bons frutos do meu empenho.

É isso. A minha intenção inicial nesse post nem foi essa, mas acabei fazendo uma breve retrospectiva do meu ano em 2005.

Feliz 2006!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2005

Engraçado, cansei do campo "Quem sou eu" no Orkut. Eu vivo mudando e acho que nunca exibe bem quem eu sou. Coloquei "I am what I am", sob risco de ser taxado de gay, mas dane-se! :-) Pensei até em por uma observação "não sou gay", mas aí perderia o sentido da música, que é "need no excuses". Então, dane-se. Esse vai ser o meu novo "Quem sou eu" e pronto.

sábado, 17 de dezembro de 2005

Momento MAIS do dia: JAM Session! Foi 10!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2005

Momento MAIS do dia: indo pra confraternização de fim de ano de carona num jeep chumbado, ultrapassando a barreira dos meio-fios...

Só deu pena é de uma pequena árvore que estava no caminho...

Só tá começando o meu recesso de natal...

terça-feira, 13 de dezembro de 2005

Mais uma vantagem do software via Web

Durante os anos 90 eu apostava como tudo iria convergir para o computador e seus acessórios, o equipamento de som, a TV, o jornal, a fotografia, etc. E eis que saltamos dos beeps do speaker e fotos em 320x200 com 256 cores para a febre dos kits multimídia, INternet, MP3 e as câmeras digitais. Hoje nos anos 2000 a minha aposta é em tudo que já está dentro do computador ir para dentro da Internet, tal qual escrevi em 2002 nas minhas previsões, que podem ser lidas no meu blog, aonde eu cito as vantagens de se rodar aplicações via Web:

- Rodam a partir da Internet, não sendo necessário baixar nem instalar nada.
- Atualizações do software automáticas e transparentes para o usuário.
- Dados e configurações salvas no servidor, podendo ser acessados onde quer que se esteja.

Mas o motivo deste post é registrar mais uma vantagem que pensei hoje e que pode ser outro fator decisivo nessa tendência, e que pode talvez marcar o fim de muitos dos monopólios hoje encontrados no mundo da computação. A vantagem é que, com as aplicações rodando na Web, todo mundo já tem, digamos, "pré-instalados" em sua máquina, todos os softwares que rodam online. É o fim da pergunta "você tem tal software?". Tudo bem que muitos dos softwares online cobrarão taxas mensais para permitir seu uso, mas não haverão atritos para se rodar um equivalente gratuito, já que ele "já estará disponível" na máquina, basta abrir o browser e digitar o endereço, não precisando nem sequer baixar ou instalar nada. Se você escolher por exemplo usar uma hipotética versão online do OpenOffice, e seu documento só for compatível com o OpenOffice, poderá enviar o documento para quem quiser, sem se importar se a pessoa "tem ou não tem" o OpenOffice. Isso contrasta com a situação atual, aonde você é obrigado a criar o documento no Word por ser o único software que te dá a certeza de que o seu documento poderá ser lido e eventualmente alterado por todos, já que todo mundo tem Word. Será muito menos atrito para experimentar alternativas.

sábado, 3 de dezembro de 2005

Me arrependendo mais uma vez.
O erro seria melhor.
Mesmo com tantas flores vejo tempo ruim.
Preciso lembrar da frase.
Voltar a exagerar pois ainda está desequilibrado.
Voltar a exagerar.
Pensar nela também.

Bons sonhos.