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segunda-feira, 30 de janeiro de 2006

Abaixo as cercas nas Superquadras

Quero reiterar a minha indignação em relação as cercas que colocam em volta dos prédios residenciais aqui em Brasília. Um caminho que eu costumava fazer a partir do meu trabalho já não é mais possível pois foi barrado por cercas em dois prédios. Os prédios de Brasília foram feitos com pilares embaixo para garantir o direito de ir e vir das pessoas, e é um abuso de invasão de área pública isso que estão fazendo. Criou-se nessa cidade o estígma de que "é obrigatório usar carro para ir a qualquer lugar que seja", o que tem aumentado enormemente o tráfego cada vez mais congestionado em nossas ruas, além é claro de contribuir para a poluição. Por esses motivos eu penso que o pedestre, seja aquele que depende de andar a pé ou aquele que as vezes deixa o carro em casa ou no estacionamento do trabalho para almoçar, deveria ser mais respeitado e até estimulado com facilidades para a sua caminhada, não barreiras.

No mínimo devia haver alguma regulamentação para isso, que obrigasse, por exemplo, a ter um número determinado de passagens com calçadas de cada lado dos prédios, frente, trás, lateral esquerda e direita.

Eu sei que o que esse tipo de gente quer no fim das contas é transformar todas as superquadras em condomínios fechados, cercando as quadras inteiras. Eles puxam pra esse lado e eu vou ser um dos que vão puxar a coisa pro lado oposto, porque eu não acho correto que a minha cidade se transforme nisso.

Engraçado é que esses condôminos, provavelmente motoristas incapazes de caminhar até a padaria que seja (e que depois de anos vão provavelmente estar com problemas cardíacos), foram bem unidos para barrar a tentativa do governo de cobrar pelos estacionamentos da cidade (graças a deus). É uma pena que a maioria dos que andam a pé nessa cidade são pobres humildes sem a mesma influência, e que portanto ninguem se sente obrigado a dar o devido respeito.

Se você concorda espalhe essa mensagem

domingo, 29 de janeiro de 2006

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Mudando de assunto, na boa, cigarro não é ruim pra criança. Cigarro é ruim pra todo mundo. Eis a minha opinião.

sábado, 28 de janeiro de 2006

Microsoft é o cara

Depois de me decepcionar com o iPod, que apesar de ser feito pela "empresa da interface amigável" é mais enjoado de usar que o player xing-ling que eu tenho, agora digo que odeio a Apple porque o QuickTime que eu tenho aqui, versão 7, novíssimo, diz que "expirou" e me obriga a baixar outra versão 7, mas ponto alguma outra coisa, de 34 mb!!! Eu só queria ver um filmezinho em .MOV que fiz na minha câmera digital!

É por essas e outras que eu acho que a Microsoft vai continuar reinando mesmo. Ainda mais depois de novas iniciativas dela que reafirmam seu compromisso de levar as aplicações para dentro da Web.

A Google com seus produtos sempre mediocres já está me decepcionando, e a Yahoo eu já conheço de longe.

Não tem jeito, Microsoft é o cara.

terça-feira, 24 de janeiro de 2006

IE 7 vai suportar XMLHTTPRequest nativo

XMLHTTPRequest. Eis a palavra-chave do AJAX. É este objeto que permite requisitar dados no servidor Web sem dar "refresh" na página. Até o Internet Explorer 6, o programador era obrigado a instanciar um componente ActiveX para poder fazer as requisições assíncronas que caracterizam o AJAX. Enquanto isso outros browsers como o Firefox já permitiam fazer isso se referenciando diretamente ao objeto, já que ele é intrínseco no Javascript desses browsers. Mas a Microsoft já anunciou que também irá dar suporte nativo ao objeto no novo Internet Explorer 7. É a Microsoft "aceitando os novos padrões"? Errado. A empresa que foi dona dos BASICs que vinham na maioria dos micros de 8 bits nos anos 80 e dona do DOS do IBM PC foi também a criadora do objeto XMLHTTPRequest. Para aborrecimento dos que não gostam da Microsoft, a verdade é que ela criou a tecnologia que possibilitou o AJAX. Alias esse sempre foi um dos segredos da Microsoft. Estar na base de tudo sempre. Bom, de qualquer forma a notícia é boa pois a implementação das aplicações via Web passa a ser ainda mais estimulada.

Por falar em IE7, esta página está com screenshots inéditas do mesmo.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2006

AJAX na prática!

Legais as experiências que estou fazendo no trabalho... Estou vidrado com a Web 2.0 e fiz uma página no sistema pelo qual sou responsável que permite ao usuário mover livremente os registros arrastando-os para organizar na ordem que quiser, usando a biblioteca AJAX scriptaculous. Estou também tornando algumas das páginas um tanto mais "ajaxianas" através de consultas assíncronas ao banco de dados.

Muitos ainda apostam obviamente no Windows Vista e nas tecnologias .NET da Microsoft, mas acho que essas tecnologias já nascem em parte obsoletas por não terem como base usar a Web como plataforma.

Quem me conhece sabe que eu nunca fui parcial em relação a Microsoft, mas desta vez eu estou a vendo como um elefante pesado e lerdo, relutante para mudar os rumos. Ela não deixa de estar se preparando meio que "escondido" com as tecnologias Windows Live, mas é inegável que finalmente pequenas startups voltaram a ter possibilidades concretas de virarem tudo do avesso, como a própria Microsoft fez no passado.

Tecnologias como .NET e Windows Vista são apenas demonstrações de relutância, tentativas de ainda aproveitar o que der pra aproveitar em relação às tecnologias que fatalmente se tornarão obsoletas num futuro próximo, algo como os milhares de processos na justiça disparados pela indústria fonográfica para tentar ainda manter por algum tempo o modelo que inevitávelmente irá ruir de discos de música.

Eu fui um dos primeiros currículos deste país com a palavra "ASP", serei um dos primeiros com a palavra "AJAX" também ;-)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2006

Mais um motivo pelo qual a Web 2.0/Ajax (aplicações na Web) vão tornar o software stand-alone obsoleto: integração. Todos os softwares poderão conversar entre si, usando principalmente XML. A Web inteira é a plataforma, e será comum o software que você está usando buscar dados de outros softwares na Web. O uso integral dessa possibilidade virá mais para o futuro, mas um exemplo que se pode ver hoje são as inúmeras aplicações que usam o Google Maps. Há uma API do Google Maps que pode ser usada para se gerar mapas para um site de turismo, por exemplo, com indicações de direções a serem tomadas para se chegar a um hotel. As aplicações para desktop stand-alone também tem APIs e possibilidades de integração entre si, no entanto você tem que primeiro instalar a aplicação para que as outras possam enxergá-la. Na Web 2.0 essa integração será totalmente transparente para o usuário, sendo portanto muito mais estimulada.

Bom, já que eu infelizmente não posto mais notícias no MeioBit, vou postar aqui coisas que eu acho interessantes.

A famosa marca de câmeras fotográficas Minolta anunciou que está deixando por completo o mundo da fotografia. O que esse mundo digital não faz heim? E quem vai ficar com a parte de câmeras dela é a Sony, que antes das digitais não tinha nada a ver com câmeras fotográficas. O inverso tem ocorrido com o player portátil de música, que saiu das mãos da Sony e seus Walkmans para a empresa de computadores Apple. Outra que anunciou estar abandonando quase que totalmente seus produtos para fotografia em filme convencional é a ainda mais famosa Nikon, para se dedicar às digitais. Mas creio que transição ainda mais radical será a dos livros para o papel digital. Duvida? Então aguarde e verá...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2006

Momento MENOS do dia: O site aonde eu postava notícias, o MeioBit, tem crescido, tem tido mais e mais visitas. Com isso as expectativas deles mudaram, a proposta deles não me interessou mais, a minha proposta para eles não os interessou, e eu saí do grupo. Fico triste pois era uma coisa importante na minha vida. Bola pra frente. Agora é procurar outros meios de expor minha opinião sobre tecnologia...

Momento MAIS do dia: fiz altas experiências com Ajax no trabalho! Antigamente eu evitava ao máximo esses efeitos especiais com DHTML, Javascript, etc. Mas acho que hoje com as bibliotecas Ajax que tem pipocado a Web está mais preparada para isso. E, claro, com o meu "jeitinho correto" de fazer a coisa, ficou MUITO 10! :-)

sábado, 7 de janeiro de 2006

Quando criança eu jurei pra mim mesmo que eu nunca iria passar a mão na cabeça de uma criança. Outro dia me ví tentado a fazê-lo. Mas aí me lembrei disso. Existe coisa mais chata quando se é criança do que adulto passar a mão na nossa cabeça?

sexta-feira, 6 de janeiro de 2006