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sexta-feira, 31 de março de 2006

Li agora um texto do John C Dvorak dizendo que os mentores da Web 2.0 não entenderam o que é que os usuários esperam da Web 2.0, que a Web 2.0 não é sobre compartilhar MP3 mas sim sobre "self-service", "faça você mesmo".

Ora, no meu ver a Web 2.0 é, essencialmente, trazer aos poucos o desktop para dentro da Internet, e isso inclui o compartilhamento e também o "faça você mesmo". Não é uma coisa só, é as duas, afinal, é simplesmente fazer tudo o que sempre se fez no computador, só que desta vez dentro de uma rede mundial compartilhada por todos, com todas as vantagens que isso pode trazer, dentre elas o fato de o software estar sempre atualizado, as configurações e dados estarem acessíveis em qualquer lugar, os documentos poderem ser compartilhados com outros usuários, etc, etc, etc.

É isso que as pessoas realmente pedem, para fazer tudo dentro da rede. Cada vez mais se passa mais e mais tempo usando o browser. O desktop e suas aplicações stand-alone vão inevitávelmente sendo aos poucos cada vez mais esquecidos.

Dvorak parece querer acreditar que a Web 2.0 é apenas mais uma tentativa de ficar rico com um novo boom da Web como aconteceu no fim dos anos 90. Sim, claro que o que propulsiona as iniciativas é a possibilidade de ganhar muito dinheiro, no entanto Dvorak não pode negar a constante evolução, e a evolução no caso é passar a plataforma para dentro da rede. É sim uma nova era, algo muito maior do que uma simples "nova moda". Passamos do tempo em que o software de preferência já vinha embutido na ROM da máquina, já que a máquina era o que importava, para um tempo aonde o software é que dita as coisas, e impõe a necessidade de uma máquina mais potente. Agora estamos passando para uma era aonde a rede é que manda, e o software não vem mais em um pacote com uma bela capa e um monte de disquetes ou CDs dentro, mas sim é um mero "serviço" dentre tantos outros na rede, sempre sendo constantemente atualizado. Neste novo mundo as pessoas não vão mais estar presas ao software X ou Y, pois nenhum software terá esse poder de monopólio, já que ninguem precisará instalar nada e todo mundo já terá todos os softwares do mundo prontos para rodar: bastará clicar em um link.

domingo, 26 de março de 2006

O MAME do futuro

Uma coisa que eu adoro, como possíveis olhares mais atentos já teriam notado, é viajar no tempo, tanto para o futuro como para o passado. Então há momentos em que vidro com os emuladores da época de ouro do fliperama no MAME, e outros em que me empolgo com as últimas novidades do Netvibes. Algumas vezes faço os dois ao mesmo tempo, literalmente. Estava agora pouco viajando em como seria um MAME do futuro, e me veio a cabeça a seguinte idéia: poderá ser uma loja de fliperama virtual multiplayer. Os jogadores seriam bonecos que entrariam na típica loja dos anos 80 e veriam a sua volta as máquinas em suas cabines originais, com todos aqueles desenhos e sons, e na tela de cada uma o "modo attract" rolando, emulado. É só passear pela loja, inserir uma moeda virtual na máquina desejada e jogar. Enquanto isso outros jogadores reais conectados ao sistema estariam jogando outras máquinas ou observando os outros jogarem. Enfim, uma simulação não só dos jogos em si, mas também da forma como nos comportávamos na época. E essa é mais uma idéia para os jogos do futuro, que como estive pensando outro dia, e muitos analistas por aí também notam, estão há muitos anos meio que com uma grande falta de inovação. De fato podemos dizer que de Quake 1 para cá o videogame não deu nenhum grande salto. O jogo em 3D com texturas, em Wolf3D, foi um grande salto. Poder subir e descer nas plataformas e objetos no Doom 1 também foi. Jogar em rede ou online no Quake 1 certamente foi inovador. Mas depois disso acho que não há nada para ser citado. Outro dia li na Slashdot sobre a idéia de juntar num mesmo ambiente virtual online vários tipos de jogos, de modo que o jogador com sua raquete em um jogo de tenis veria um avião passar, controlado por um jogador de simulador de vôo, que por sua vez olha para baixo e vê a pista de um jogo de corrida aonde os carros estão sendo pilotados por jogadores também reais. Modéstia a parte eu previ isso há 4 anos atrás. Enfim, a indústria precisa correr, pois a demanda por inovação cresce, e o fato é que hoje cada vez menos gente se empolga com os novos jogos, pois eles não parecem muito novos, ou mesmo em muitos casos não são tão bons quanto os anteriores. Simular comportamentos, mesclar novo e antigo, elevar o multiplayer a extremos, juntar tudo em um mundo virtual que pode depois começar a agregar até aplicações como o Google Earth, lojas virtuais, aplicações sérias até. Afinal os jogos sempre ditaram o futuro do "mundo sério". O CD-ROM veio primeiro para os jogos. Os gráficos acelerados idem. As placas de som idem. etc, etc, etc. São idéias para acabar com essa estagnação.

quinta-feira, 23 de março de 2006

A volta da Home Page? A Google está lançando a Google Pages, que é um serviço de home page com editor de HTML online. Na verdade serviços dos anos 90 já davam essa possibilidade para o usuário e eu acho estranho que alguém lance um serviço como este depois da invenção do Blog e do Fotolog. Se o editor de páginas for muito automatizado não vai ser flexível o suficiente para que as páginas façam frente a um blog, e se for muito complexo não será vantagem para o usuário leigo, provavelmente o público alvo do serviço. O grande problema das home pages em sites como Geocities era justamente o fato de que era difícil manter o site atualizado, o que foi resolvido com o Blog. Páginas estáticas tendem a ficar sempre iguais e com o tempo acabam sendo esquecidas. O Blog, com seu conceito de "posts" e "comentários" regulares de certa forma matou as home pages pessoais pois facilitou a inclusão constante de conteúdo. O que restaria de interessante para se manter estático seriam textos extensos, currículos, mas não há nada que impeça de se colocar isso em um post de um Blog e usar a URL do post como referência direta.

Serviço da Google que eu estou decepcionado é o Google Video. Enviei um há mais de uma semana e até agora não aprovaram o vídeo para aparecer online.

Outra notícia interessante é que a Apple está lutando com todas as suas armas contra uma decisão da justiça francesa, que obrigaria a Apple a remover a proteção DRM de suas músicas no iTunes. Segundo os analistas a Apple seria até mesmo capaz de fechar a loja iTunes na França caso isso realmente aconteça. Pra mim essa relutância da Apple só mostra que de fato o que dá dinheiro para a empresa é a venda do iPod, não as músicas do iTunes. Com a proteção, as músicas do serviço online iTunes só tocam no player iPod da Apple. Sem ela, tocariam também nos players concorrentes.

quarta-feira, 22 de março de 2006

Segundo as notícias a Microsoft avisou que como de costume o lançamento do novo Windows será adiado, por enquanto para depois de janeiro de 2007. Engraçado é que a versão para empresas continua marcada para sair em 2006. Se a versão para empresas é a mais completa acho que é essa mesma que a maioria das pessoas, principalmente aficcionados, vai querer ter em casa (daquela forma que você sabe como), e desta forma, se for mesmo verdade, eu desconfio que o adiamento não passe de mais uma jogada de marketing para fazer o novo produto continuar nas manchetes até o lançamento.

De qualquer forma eu já estava pra escrever que na minha opinião o Vista já vai nascer com uma imagem meio de coisa arcaica. Hoje em dia as pessoas passam muito mais tempo em frente a um browser do que usando outras aplicações desktop, e até 2007, mesmo que as aplicações via Web ainda não sejam as mais utilizadas, o desktop já vai começar a ter um certo ar de nostalgia, como aconteceu com o console (ou ambiente caractere, ou DOS, ou modo texto, como preferir) no final dos anos 80 e início dos 90.

No entanto a Microsoft por enquanto realmente não pode ser acusada de estar ficando para trás neste campo. Nos "guetos" da gigante uma revolução está acontecendo. Em um evento para aficcionados, a empresa anunciou que está próxima da versão final do Atlas, que é uma framework para desenvolvimento de aplicações Web, e lançou uma licensa permitindo o uso da mesma em aplicações de mundo real.

Outro anúncio da Microsoft é o WPF/E, que estão chamando de "o matador do Flash". Trata-se de uma versão portátil do Avalon, plataforma gráfica do Windows Vista, que, segundo dizem, será multi-plataforma e multi-browser.

Mas deixando Microsoft um pouco de lado, estou adorando usar o "HD virtual" do Box.net dentro do Netvibes, que continua sendo o portal Ajax de minha escolha, por ser rápido, seguro (os outros dão muito pau), e ter o que eu preciso. Com o Box.Net eu transfiro arquivos entre a minha casa e o trabalho com muito mais facilidade do que enviando por email ou usando o hack do Gmail. Mas faltam coisas como poder apagar os arquivos através do widget.

Uma manchete nada surpreendente que eu li outro dia é que o padrão de TV Digital brasileiro "deverá levar meses para ser escolhido". É uma piada esse treco. Já vejo eles prometendo essa tal TV digital ha anos e sempre acertei em relação a ela: nunca acreditei nela. Durante muito tempo eles falaram que haveria acesso a Internet nessa TV, além de interatividade total. Só se for para poucos, pois com um simples conversor eu duvido que vão conseguir proporcionar isso as pessoas de baixa renda. Alias é isso que é importante: dar acesso a Internet. Essa TV digital, eu sou capaz de apostar, não passará, para a maioria das pessoas, de no máximo uma imagem melhor para os canais que já temos na TV aberta, talvez com adição de alguns outros canais que provavelmente não farão muita diferença. Porque não encampar coisas mais importantes como um acesso a Internet para todos, usando os tais computadores de 100 dólares (embora eles sejam outro aparente fiasco) e WiMax, algo do gênero. Do jeito que avança essa tal TV digital, a passo de tartaruga, será um fiasco maior que a eterna promessa que foi o VideoTexto nos anos 80, que podia muito bem ter sido uma "Internet brasileira", mas nunca virou aquilo que prometeram.

quinta-feira, 16 de março de 2006

Na política, o mínimo que deviam fazer HOJE:

1- Tornar o voto facultativo. Não vejo motivo para obrigar o povo a votar errado a não ser o fato de que esse povo que não se liga em política vai ser mais facilmente enganado.

2- Acabar com todo e qualquer tipo de propaganda política. Abrir espaço apenas para um horário político em canal especial na TV usando o mesmo cenário e tempo para todos os candidatos falarem apenas. Nada de musiquinhas, efeitos especiais, e muito menos sujeira nas ruas. E nada de candidato se vendo forçado a usar dinheiro sujo pra pagar as campanhas e não perder fácil para o outro que faz o mesmo.

domingo, 12 de março de 2006

Alias eu estava vendo MIB 2 agora na Globo e pensando. Até que Hollywood já avançou um pouco em relação ao racismo. Hoje há muitos filmes aonde o mocinho é de pele negra (embora a maioria seja comédia). Antigamente o ator principal era sempre de pele branca, de preferencia loiro e de olhos azuis. No entanto o casal no filme eram duas pessoas de pele negra. Precisa evoluir nesse ponto. Não me lembro de nenhum filme aonde o casal mocinho e mocinha (bandido não serve) seja miscigenado...
Desneuralizer. You found it! I can sell it to you!

quinta-feira, 9 de março de 2006

Google confirma compra do Writely

Após os rumores, a Google confirmou agora a pouco mais uma grande notícia para o mundo da Web 2.0: a compra do processador de texto online Writely, que é uma das aplicações Web que mais deram o que falar até hoje. Você ainda vai editar e ler os seus textos em um browser...
Hm... O Origami da Microsoft... Um tablet PC um pouco maior que um palm mas com HD de 30 ou mais GB e que roda Windows XP... A Sony tinha lançado algo parecido ha uns tempos atras e aparentemente não fez muito sucesso. A grande pergunta que estão fazendo é qual seria o mercado consumidor deste PC portátil da Microsoft. Se o preço for mesmo por volta de 600 dólares como a Microsoft diz achar que poderá ser, eu sou um consumidor em potencial. Eu sempre achei que os palms eram fracos demais, e os laptops e até tablet PCs grandes demais. Pra mim um computador de mão tem que ter GBs de memória. Não consigo me ver utilizando um dispositivo que mesmo não cabendo no bolso roda apenas uma merrequinha aqui e ali, e não toca milhares de MP3. Mas por incrível que pareça a maioria das pessoas parece não ver as coisas da mesma forma que eu vejo. Eu sinceramente desconfio que é porque elas ainda não sentiram um micro ultra-portátil porém poderoso nas mãos. Não que eu tenha tido essa oportunidade, mas talvez a minha experiência com informática me permita premeditar isso. É algo parecido com o que aconteceu comigo em relação ao player de MP3 e a câmera digital. No início, o tipo de player de MP3 que mais vendia e atraía consumidores era o de CD de MP3, e já naquela época eu brigava com as pessoas dizendo que era pouco demais, e eu certamente fui um dos primeiros possuidores de um player do tipo Jukebox no Brasil, o NOMAD Jukebox de 6GB, que até hoje tenho encostado no armário. Hoje todos sabem as vantagens de gigabytes de memória em um iPod. O caso da câmera digital é ainda mais evidente. No início os consumidores eram levados pela falsa praticidade dos disquetes das câmeras Mavica da Sony. Disquete, assim como CD, era algo palpável e difundido, facilmente compreendido pelo leigo, no entanto 1,3 MB de memória só davam para poucas imagens em ridículas resoluções gráficas. Eu já naquela época criticava as Mavicas e certamente fui um dos primeiros possuidores de uma câmera digital de 1,3mp e cartão SD do país, a Olympus D360-L. Hoje ninguém tem dúvidas quanto a necessidade de se adquirir um cartão de 1 ou mais gigas de memória para esquecê-lo dentro da câmera e fotografar a vontade. As pessoas vão aos poucos percebendo que a necessidade de "segurar" o meio físico é apenas psicológica, um costume herdado dos tempos em que não haviam as transmissões de dados pelos fios das redes digitais. É daí que eu visualizo aonde dispositivos como o Origami se encaixam. A mentalidade ainda está na era das agêndas eletrônicas e calculadoras, ou dos computadores com teclados e telas grandes, mas no dia em que descobrirem o que é um PC como este, poucos vão conseguir deixar de ter um.

quarta-feira, 8 de março de 2006

E mais boas novas no mundo da Web 2.0.

A Microsoft fez um grande update do seu Windows Live. Novos temas, novos gadgets, nova interface com possibilidade de dividir os feeds e gadgets em várias páginas, novo leitor de RSS, e por aí vai. Acho que começa a ser discutível se o Netvibes continua sendo o melhor...

Além disso a Microsoft poz no ar demonstrações do "Live Clipboard" que é a idéia de uma área de trasnferência online, capaz de fazer copy e paste de conteúdo estruturado entre aplicações Web e aplicações desktop. Um exemplo é copiar dados de contato de uma agenda de endereços direto para um site de compras online, por exemplo, sem ter que preencher os chatos formulários, ou então copiar um compromisso de um calendário online para o calendário do Outlook.

Enquanto isso surgem screenshots de um novo Google Calendar, que permite anotar compromissos e compartilhar eles com outros usuários.

terça-feira, 7 de março de 2006


Outra notícia importante é que a Google tem planos de lançar o Gdrive, que seria um HD virtual para armazenar todo tipo de arquivo do usuário e tornar esses dados acessíveis em qualquer lugar. A notícia gera polêmica porque a Google a princípio teria acesso aos arquivos dos usuários, mas eu penso que esse caminho das coisas indo para o mundo online é inevitável e será tão útil que ninguém conseguirá deixar de usar.

E mais uma: o portal Ajax Netvibes, considerado pela maioria o melhor de todos, lançou uma API para desenvolvedores escreverem seus próprios módulos para o sistema, possibilidade já encontrada em alguns portais concorrentes.

Numa coisa só o Brasil é primeiro mundo: comida. Na Europa é simplesmente impensável um rodízio ou um self-service como os nossos, a fartança e variedade que temos aqui a bons preços. Não adianta o anti-brasileiro inventar moda, o fato é que o resto do mundo não sabe o que é comer de verdade, e eu considero aquele brasileiro que come a comidinha de isopor do McDonnalds um verdadeiro palhaço tal qual o boneco que muito bem simboliza o tal fast food.

Planos fotográficos...

segunda-feira, 6 de março de 2006

Estou voltando de férias de uma viagem daquelas inesquecíveis.

Depois desse tempo todo longe de Internet (até por vontade própria), algumas notícias me chamaram atenção.

- O Paquistão censurou o acesso a sites de blogs. É mole? Os Blogs tem sido fontes de notícias com opiniões diferentes da grande mídia. Nada melhor que ler vários lados da moeda. Ditadura é mesmo uma m****. No que isso NOS afeta? Não teremos notícias de blogueiros do Paquistão.

- Em um concurso para ver quem tomava o controle completo do sistema operacional OS/X da Apple, o hacker vencedor levou menos de 30 minutos para ter acesso ao root do sistema. Ele disse que o que torna o OS X mais "seguro" que o Windows é nada mais que o fato de que o sistema operacional da Apple é muito menos utilizado que o Windows, e que se essa realidade mudasse, as coisas seriam bem piores em matéria de segurança. Eu não duvido nem um pouco. E diria que o mesmo se aplicaria ao Linux.

- E a justiça dos EUA está investigando quatro grandes gravadoras que estão sob suspeita de formação de um cartel para manter altos os preços das músicas para download. Caramba... se a justiça americana pegar realmente pesado eu já prevejo um fim antecipado de pelo menos algumas dessas gravadoras, pois sinceramente eu acredito quando elas dizem que a coisa tá feia com o tal do MP3. O modelo de venda por música se contrapondo a venda de álbuns muito provavelmente torna inviável a continuidade dos grandes impérios da indústria fonográfica, como se já não bastasse o fato de as vendas de música em arquivo digital não estarem muito promissoras. Diante dessa ameaça provavelmente também as gravadoras vão ter que admitir que a venda de músicas em arquivo digital não estão rendendo muito, ao invés de tentar passar um falso otimismo para tentar fazer o novo modelo funcionar. A verdade comprovada pelas pesquisas mais indepentes, ou até mesmo pelas interpretações independentes e portanto menos parciais de pesquisas oficiais, é que a venda de música em arquivo digital é um fiasco, já que a maioria das músicas ainda é baixada por outros meios.

- Enquanto isso George Lucas, o criador da série Guerra nas Estrelas, afirmou que devido as "atuais forças do mercado" no futuro os filmes não vão mais gerar retorno suficiente para permitir produções caras como 200 milhões de dólares. Eu estava pensando... talvez um downsizing em Hollywood seria uma boa oportunidade para filmes brasileiros ganharem espaço... e se isso significar filmes mais criativos ao invés de ficar só nos efeitos especiais, acho que também poderá ser bom. Pra mim 99% dos filmes americanos são praticamente iguais, com novos efeitos. A mensagem de quase todos eles é sempre "case-se e viva em uma família monogâmica, tenha uma religião, abomine o nazismo, e assim será feliz, caso contrário conhecerá o inferno na Terra". Não que eu seja contra o casamento monogâmico, ter religião e ser contrário ao nazismo, mas porque eles não trocam esse disco?

Enfim, além disso o Windows Vista está em novo build e eu até hoje não consegui instalar esse trem, que parece que tá ficando bem bão. Preciso arrumar um jeito de por minhas mãos em uma cópia...

Bla bla bla... e lá vem uma enxurrada de fotos da viagem... hmmm... modéstia a parte, de babar... mas é tanta foto que vai demorar pra eu uploadear todas elas...

O que eu comprei no Duty Free? Não tinha o que eu queria então gastei umas sobras em chocolates maravilhosos... nem na páscoa eu comi tanto chocolate assim...

hmm... não vejo a hora de voltar pros coros...

hmm... da suíça, além dos chocolates tem também... errr... bom... como de costume... se der em algo depois eu conto...