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terça-feira, 2 de maio de 2006

Baixas da indústria fonográfica tradicional

No Canadá, um grupo de vários artistas que inclui gente como Avril Lavigne está se unindo contra as práticas da indústria fonográfica e seus milhares de processos contra os consumidores que segundo eles tentam defender um modelo de negócio que "está se tornando rapidamente obsoleto e insustentável". Além disso o grupo vai contra também o DRM, mecanismo de proteção contra cópia de músicas baixadas legalmente, dizendo que "as leis deveriam proteger os consumidores e artistas, e não tecnologias restritivas".

Enquanto isso a Napster tenta sobreviver lançando, desta vez, músicas suportadas por propagandas que podem ser tocadas 5 vezes de graça, e depois devem ser pagas. A loja de downloads legais nunca deu certo, mesmo sendo o segundo lugar depois do iTunes da Apple, que detém sozinha 80% deste mercado.

E já que só restou o iTunes, as gravadoras foram forçadas a aceitar os preços impostos pela loja de downloads musicais da Apple, após tentativas frustradas de fazer a mesma adotar preços variáveis, mais caros para músicas mais novas. Mesmo com as desavenças, Universal, Warner, EMI e Sony renovaram o contrato com a empresa de computadores.

Isso tudo indica o desfecho inevitável que eu previ em 2002: música será gratuita.

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