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terça-feira, 28 de agosto de 2007

E a história se repete...

Por volta de 1991:

"Marco, nós não vamos usar Windows na empresa. Quanto mais janelas tiver aqui menos segurança, entende..."

Por volta de 1996:

"Marco, o negócio é Visual Basic. A Web não serve para sistemas."

Por volta de 2002:

"Pera lá mãe Dinah... Web como plataforma? Que ridículo!"

Por volta de 2006:

"Marco... Second Life? Não tenho tempo pra perder com isso não..."

Todas essas palavras em diferentes épocas eu ouvi de profissionais de tecnologia.

E eis um anúncio que vejo pela primeira vez (o de número 26):


Enfim... Claro que ainda tem gente afirmando por aí que Second Life não tem muito futuro e tal, que tem empresa decepcionada com ele... Mas eu aviso aos resistentes que não cantem vitória antes da hora, pois o mundo virtual em 3D se trata de um caminho sem volta, e não é só uma forma de fazer marketing não. Você ainda vai passear em mundos virtuais em 3D na sua mesa de trabalho, independente de sua especialidade.

No meu ver, a minha diferença em relação aos que resistem é apenas a minha paixão pela constante inovação tecnológica. Pra mim tecnologia É inovação constante. Tecnologia não é se apegar a algo que disseram "esta é a solução para tudo". As soluções servem apenas para aquilo que era problema no passado, e apenas possibilitam vislumbrar novas radicais possibilidades que geram novos problemas. Estagnação é incompatível com esta área. Não sei como ainda existem pessoas que conseguem em suas cabeças dissociarem tecnologia de constante e radical evolução.

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