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terça-feira, 26 de maio de 2009

Download de músicas deverá entrar em declínio

http://www.deezer.com/

http://grooveshark.com/

http://www.imeem.com/

Esses três sites tem algo em comum que os difere dos sites de rádio online: eles permitem tocar as músicas sob demanda. Ou seja, você digita o nome da música que quiser ouvir, e o site toca exatamente aquela música pedida, por inteiro. Não é um serviço de rádio que toca "músicas similares" ou algo parecido.

Ainda se fala em aposentar o CD, mas a música sob demanda por streaming deverá em pouco tempo aposentar a própria música por download. Pelo menos para grande parcela das pessoas mais antenadas em novas tecnologias.

São muitas as vantagens da música em streaming sob demanda.

A mais evidente delas é não precisar ocupar espaço em HDs ou memórias flash de tocadores ou PCs.

A segunda é o fato de começar a toca mais rápidamente. Você tem vontade de ouvir a música X. Vai esperar baixar pra que?

A terceira é o acervo de músicas, inúmeras vezes maior que o acervo que se costuma ter de músicas baixadas. Geralmente as pessoas selecionam aquilo que vão baixar. Já o streaming é excente para conhecer outras músicas também. Afinal todos os serviços de streaming sob demanda permitem também tocar músicas similares, após tocar a música pedida. E isso tudo sem impedir que você adicione as músicas que preferir em um "favoritos", formando também um acervo pessoal.

A quarta vantagem é que todo o seu acervo de músicas está disponível em qualquer lugar que você vá e que tenha Internet, e não apenas em um determinado dispositivo que as vezes -ou sempre- você deixa em casa.

A quinta vantagem é o aspecto social desses sites. Você pode montar playlists e disponibilizar para amigos ouvirem, aonde quer que eles estejam, sem precisar de penosas transferências de altos volumes de dados, mas sim apenas um link por email.

Devem haver mais vantagens que essas, mas acho que já é suficiente para saber que simplesmente não há futuro nem mesmo para a venda de músicas por download, ainda mais quando estes referidos sites estão conseguindo se manter sem serem derrubados pela indústria fonográfica. Segundo o Deezer, por exemplo, eles são um site completamente legalizado.

E ainda por cima não são mais só os PCs que tocam esses sites. O Imeem dispõe de um aplicativo para o iPhone, o que reforça a questão: quem é que vai preferir fazer download de música?

quarta-feira, 13 de maio de 2009

O problema pode estar resolvido

Uns posts atrás falei sobre o crescente problema da necessidade de refrigeração e de impedimentos quanto à minuaturização dos chips.

Pois bem... a solução lógica provavelmente será a computação em nuvem. Já que em casa tá ficando difícil, e a exigencia é cada vez maior por mais portabilidade, e isso bate de frente com esses problemas de miniaturização, então o jeito é jogar esse processamento para outro lado, para o lado do servidor.

O Second Life é um software extremamente exigente, afinal ele baixa simplesmente tudo via Internet. Nenhum outro jogo faz isso. Todos os diferentes sons ambientes, texturas, coordenadas, animações, tudo é baixado individualmente enquanto o jogador passeia pelo cenário virtual. Nada no Second Life está no HD do jogador como acontece com todos os outros jogos. Não bastasse isso, a placa de vídeo do jogador ainda tem que processar um número incerto de polígonos, já que todos os objetos que aparecem no Second Life, inclusive os detalhados sapatos das avatares femininas, são construídos pelos próprios jogadores, que geralmente não se preocupam muito com "otimizar" o detalhamento desses objetos para que rodem mais tranquilamente nas GPUs dos usuários, como os produtores de outros jogos certamente fazem.

Mas imagine se, ao invés de baixar todos esses componentes em separado, o Second Life passasse na tela do usuário como um filme por streaming. Todo o processamento para gerar cada quadro e cada segundo de som seria processado no servidor da Linden Lab, e o quadro resultante e o som já mixado seriam repassados ao computador do usuário como se fosse um filme do Youtube. O único tráfego necessário além deste "filme" por streaming seria o envio das teclas de controle apertadas pelo jogador.

Isso tornaria possível rodar um jogo de última geração, com nível de gráficos "ultra high", até mesmo em um iPhone.

Claro que seria necessário que a empresa fornecedora tivesse praticamente uma GPU por usuário em seus servidores. No entanto, quando se vê o tamanho dos datacenters que tanto Microsoft como Google estão preparando para o futuro da computação em nuvem, é de se esperar que isso mais cedo ou mais tarde vá acontecer, e a empresa que fizer isso corre um sério risco de dominar o mercado dos games.

E já tem empresa ao menos prometendo isso...

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Adeus favoritos do browser...

O Gmail já substituiu o cliente de email offline faz tempo, afinal não tem aquelas coisas chatas de ter que fazer backup de mensagens pra passar para um PC novo ou restaurar mensagens corrompidas, nem fica ocupando HD, e, o mais importante: pode ser acessado de qualquer lugar que se esteja.

Os mesmos problemas do cliente local de email acontecem com os favoritos do browser...

Existem para o Firefox alguns addons que guardam os favoritos dele online, pra poder restaurar em outro Firefox em outro computador...

Mas... e se eu estiver no computador de um amigo que não vai querer os meus favoritos no browser dele?

E se eu estiver em um computador público só com Internet Explorer ou algum outro browser???

Ora... a solução é usar o Google Bookmarks. Ele pode ser acessado via Web, assim como o Gmail.

Ah, o problema é a facilidade para se adicionar a página que está sendo visitada aos favoritos, ou para acessar os favoritos gravados???

Essa desculpa não vale mais.

O add-on "Google Bookmarks Button Reloaded" faz integração entre o Google bookmarks e o Firefox, e eu diria que torna até mais conveniente usar o Google Bookmarks do que os favoritos integrados no próprio Firefox, pela praticidade com que os bookmarks online são acessados através do pequeno botão que ele instala na barra de ferramentas.

Vale experimentar: https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/7265